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Terça-Feira, 18 de Setembro de 2018
A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia elétrica do País, vai investir R$ 30 milhões em projetos
A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia elétrica do País, vai investir R$ 30 milhões em projetos

Empresa criou drones para inspeção de barragens e margens de reservatórios e usará biotecnologia para controlar a população de espécies de moluscos invasores nas usinas

 

A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia elétrica do País, vai investir R$ 30 milhões em projetos de Pesquisa & Desenvolvimento nos próximos três anos, para solucionar problemas que impactam o setor. A empresa conta hoje com um portfólio de 18 iniciativas identificadas e selecionadas, que trarão benefícios, maior desempenho e melhorias para os seus empreendimentos e para o mercado energético como um todo.

"Nossos investimentos em pesquisa e desenvolvimento têm como objetivo garantir maior confiabilidade em nossas operações, além de maior eficiência para o setor elétrico brasileiro", afirma Evandro Vasconcelos, vice-presidente de Geração da companhia.

Entre os destaques do último ano, a empresa desenvolveu, em conjunto com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Fadepe), um veículo aéreo autônomo não tripulado (VAANT, ou drone) capaz de monitorar os reservatórios de usinas hidrelétricas de maneira remota. A inovação facilita e reduz o custo de monitoramento das barragens e reservatórios dos empreendimentos. Em 2017, o projeto conquistou o primeiro lugar em duas das três premiações do Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica (Citenel).

Em outra frente, a companhia investe em pesquisas para o controle da população de mexilhão dourado (Limnoperna fortunei) nos afluentes brasileiros. O molusco, vindo da Ásia, se incrusta em equipamentos das geradoras de energia e causa prejuízos para cerca de 40% das hidrelétricas do País. Por meio da iniciativa, a CTG, a Bio Bureau e o Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil do Senai (CETIQT) vão criar mexilhões geneticamente modificados para produzir apenas descendentes estéreis.

A empresa estuda também o desenvolvimento de um sistema que aprimore a conversão de energia solar em eletricidade, reduzindo em 40% o tamanho dos sistemas de geração fotovoltaica. A tecnologia se utiliza de concentradores de irradiação do sol, que direcionam a luz para minicélulas de captação, de alto rendimento. O sistema será um estímulo à geração distribuída por meio da fonte solar, que é limpa, renovável e eficiente.

Em 2017, a companhia já destinou R$ 6,4 milhões para a área de P&D, sendo 34% alocados para ações relacionadas ao Meio Ambiente e 23% para estudos de planejamento do sistema elétrico nacional.

Mais informações sobre os programas de Pesquisa & Desenvolvimento da CTG Brasil estão presentes no Anuário 2018, publicado em setembro. O material está disponível no site: http://ctgbr.com.br/anuarioped2018/.


Fonte: Jornal Voz






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